sábado, 30 de julho de 2011

Avril Lavigne inicia turnê pelo Brasil


Na última quarta-feira (27/07), a cantora canadense Avril Lavigne iniciou em São Paulo sua turnê que passará por mais três cidades brasileiras na próxima semana. Seis anos se passaram desde a última visita de Avril no Brasil e eu me lembro bem daquele domingo chuvoso de Setembro, Pacaembu lotado... Eu, fã desde o início da carreira dela, estava muito ansiosa pelo show de quarta, que dessa vez aconteceu no Credicard Hall. Mas foi somente quatro horas antes do previsto para o início que o público teve certeza de que haveria apresentação naquela noite: o voo que traria Avril da Argentina na terça foi cancelado devido às cinzas do vulcão chileno Puyehue e a cantora ficou 20 horas aguardando as condições favoráveis para o voo. Enfim no Brasil, Avril foi direto para a casa de shows, e mesmo com 40 minutos de atraso, entrou no palco para um show que teve seus ingressos esgotados.
Enquanto as luzes não apagavam, no telão ficava a imagem de uma estrela preta com o fundo verde, ilustrando a "The Black Star Tour". Antes de Avril aparecer, imagens de toda a carreira da cantora começam a aparecer nos telões, ao som do cover de "Bad Reputation" de Joan Jett. E foi com a faixa "Black Star", de seu último lançamento, que Avril entrou no palco, segurando uma estrela luminosa também verde. Em "What The Hell", primeiro single do novo CD, fica evidente a energia e empolgação da plateia, que dura durante as próximas duas horas de show. Como dito pela própria Avril, os seus antigos hits não ficariam de fora da setlit: "Sk8er Boy", do primeiro álbum, e "He Wasn't", do segundo, continuam a animar os fãs. Por mais estranho que pareça, com a agitada "I Always Get What I Want", Avril desacelera a plateia. Mas este parece ser o primeiro momento de verdadeira empolgação da cantora. Ela corre, pula, e termina com ótimos vocais. As luzes do palco se apagam e no telão começam a passar imagens do clipe de "Alice", música que faz parte da trilha sonora do filme "Alice no País das Maravilhas". Quando as luzes se acendem, Avril está sentada no piano e canta a faixa. Continuando a parte mais calma do show, "When You're Gone" também é cantada em cima do piano. "Stop Standing There" é a próxima, tocada no piano pela própria Avril. É então que vem, na minha opinião, a parte mais emocionante do show. Cantando "Wish You Were Here", também do seu último CD, Avril emocionou todos os presentes ao descer do palco e passar o tempo todo da música de frente para a área destinada aos portadores de deficiência. Tirou foto, deu o microfone para uma fã cantar e ficou boa parte do tempo de mãos dadas com um menino que também fazia parte do grupo.
A cantora some do palco e sua banda começa a introdução de "Nobody's Home". A plateia nem espera a loira aparecer no microfone: o início da música foi cantado em coral pelos fãs. Sorrindo, Avril reaparece com o violão e parte para o refrão, ainda acompanhada pelo poderoso coral. Mais uma vez, a canadense se retira do palco, dessa vez para fazer brilhar os seus companheiros de banda. Pedaços das músicas "Unwanted", "Freak Out" e "Losing Grip" são tocados pelos rapazes, que realmente fazem um show à parte. Mas confesso que adoraria mais ainda ver essas músicas sendo cantadas. Com o sucesso "Girlfriend", Avril ativa a energia do público novamente e dá início a parte final do show. Um breve cover de "Airplanes" do B.O.B feat. Hayley Williams e "My Happy Ending" são as próximas, seguidas por "Don't Tell Me". "Smile", segundo single do último CD, era uma das faixas mais aguardadas e correspondeu às expectativas. Para não decepcionar os fãs, Avril cantou "I'm With You" e até deixou a plateia cantar o final da música, o que resultou num arrepiante coral uníssono. Avril dá tchau, mas todos sabem que o bis está por vir.
Ela volta com "Keep Holding On" e "Hot", que também deixam os fãs satisfeitos. Com "Push", a loira anima aqueles que não esperavam ouvir essa faixa do último CD. E é claro que para encerrar, Avril canta "Complicated", a música que deu início à esses já 9 anos de carreira.
O show acaba e todos parecem satisfeitos com o que viram, mesmo que Avril aparentasse bastante cansada. Justificável, depois da jornada para conseguir chegar ao Brasil. Como eu falei no começo, sou fã desde o início e como não podia ser diferente, amei o show do começo ao fim. A única coisa ruim foi o local: não lembrava que o Credicard Hall era tão grande e como estava na Pista Normal, mal consegui ver a Avril no palco e também ouvi reclamações do pessoal que estava por perto. Tive que assistir tudo pelos telões. Mas valeu a pena. Fiquei feliz por ela ter balanceado bem as músicas antigas com as novas, agradando todos os tipos de fãs. O segundo show em São Paulo aconteceu na quinta e Avril adicionou mais uma faixa à setlist. Amanhã, ela se apresenta no Rio de Janeiro. Belo Horizonte e Brasília são as próximas da lista. Só espero que não demore mais seis anos para ela voltar, né? :)

Minhas fotos ficaram horríveis, mas se quiserem, assistam os vídeos das duas músicas que iniciaram o show:






Beijos,
Aline

domingo, 24 de julho de 2011

Aquele minuto crucial


Nada mais pertinente pro post de hoje do que um livro chamado "Everyone Loves You When You're Dead" (Todo mundo te ama quando você está morto). Com a recente morte da cantora Amy Winehouse, todos lamentam a perda de seu talento e seu CDs já estão nos topos das vendas de novo. Porém, quando viva, era mais conhecida por seus vícios do que por seu trabalho. Quando li o título desse livro pela primeira vez, logo me veio à cabeça o cantor Michael Jackson, morto há 2 anos. Antes de sua morte, Michael era julgado e condenado por suas atitudes excêntricas. Mas depois do dia 25 de Junho de 2009, ele virou o Rei do Pop.
Neste livro que terminei durante a semana, o jornalista Neil Strauss reuniu os melhores momentos das mais de 3 mil entrevistas que fez. Na lista de entrevistados estão Madonna, Lady Gaga, David Bowie, Chuck Berry, Ozzy Osbourne, U2, Marilyn Manson, Zac Efron, Britney Spears, Paris Hilton e Paul McCartney, entre vários outros. O objetivo é tentar fazer com que o leitor conheça melhor esses artistas. Não pelo que os jornais e revistas dizem que são, mas sim por aqueles momentos únicos de uma entrevista que contam muito sobre a pessoa. Segundo Neil, você pode conhecer muito de uma pessoa em um minuto, se escolher o minuto certo. O livro contém 228 desses minutos.
No prefácio, ele diz que já usou uma arma com Ludacris, fez Lady Gaga chorar, comprou fraldas com Snoop Dogg, foi sequestrado por Courtney Love e saiu para beber com Bruce Springsteen. E o melhor, ainda diz: Este é o meu trabalho. São 507 páginas de inúmeras entrevistas, divididas em 10 capítulos ou atos. O livro é montado como se fosse uma peça de teatro e em cada ato, estão entrevistas com assuntos relacionados entre si, como por exemplo, as drogas. Algumas chegam a ser divididas em cenas, fazendo com que o leitor leia somente fragmentos da entrevista de algum artista.
Eu adorei o livro principalmente porque todas as entrevistas realmente eram histórias para ser contadas. Nada daquela baboseira de sempre (filme favorito, bandas que te insipiram, etc). Pela pesquisa que fiz, Neil Strauss é um jornalista conhecido nos EUA e o seu livro mais famoso chama-se "The Game" (O jogo), que vai ser adaptado para o cinema em breve. Ele escreve regularmente para a Rolling Stone americana e para o The New York Times. Aliás, muitas das entrevistas do livro foram primeiramente feitas para essas publicações. É um livro denso, mas interessante pela quantidade de informação. Fica difícil de escolher uma entrevista favorita! Infelizmente, a versão traduzida para o português só deve chegar às livrarias brasileiras no ano que vem.
Neil explica o porque do título "Everyone Loves You When You're Dead" no epílogo, que também é parte importantíssima do livro. Para descobrir a razão (que eu adorei e tem muito a ver com o que falei no começo do texto) você vai ter que ler a obra. Mas vale a pena. Apesar de não ser famosa e lidar com tantos julgamentos como os entrevistados, acho que vou levar para o resto da vida as dicas que ele dá no final. Porque convenhamos, quem quer ser amado só depois de morrer?

Beijos,
Aline

domingo, 17 de julho de 2011

Tem certeza que você quer gravar?

Para quem assistiu o filme Cilada.com, a frase do título com certeza grudou na cabeça. Não só por resumir a história central, mas também por culpa do funk criado a partir do vídeo que cai na internet. Por mais que a música seja pouco tocada durante o filme, só 10 segundos já é necessário para você sair cantando ela por aí. Mas não é por isso que estou escrevendo esse texto. Assisti o filme ontem e resolvi falar o que achei. Fui com a esperança de encontrar uma produção parecida com os episódios da série Cilada, que passava no Multishow e também era estrelada por Bruno Mazzeo. Porém, o que assisti foi bem diferente. Mas não ruim. Basicamente, para os que não sabem, Bruno (o personagem leva o mesmo nome do ator) é flagrado pela namorada Fernanda (Paes Leme; ela também carrega o próprio nome na trama) a traindo no meio de uma festa de família. Por vingança, ela decide colocar na internet um vídeo íntimo do casal, fazendo com que o agora ex-namorado fosse alvo de piadas por onde passava. A partir daí são inúmeras as ciladas sofridas por Bruno. Em uma delas, um amigo lhe sugere que ele reúna suas antigas namoradas para que estas deem depoimentos sobre Bruno, com o objetivo de melhorar sua reputação no "mercado". O plano falha, mas rende umas boas risadas. Achei legal eles colocarem como uma das namoradas a que fazia esse papel na série de TV. Desesperado, o publicitário tem uma outra ideia para se livrar da má fama. O resto da história, só assistindo pra saber. ;)
A comédia rende gargalhadas do começo ao fim e por isso digo que vale a pena assistir. Com direito até a romance no final, não chegou a desapontar. Porém, achei que muitas "ciladas" ficaram meio soltas e poderiam ter sido mais exploradas. Um exemplo é a que eu citei antes, com os depoimentos das ex-namoradas. Essa parte teve pouquíssimo espaço no filme e merecia ser mais focada. Mas acho que a ideia do filme não era realmente seguir uma linha de acontecimentos e sim mostrar todas as confusões que podem surgir quando um vídeo (indesejável) seu cai na internet.
Confesso que tenho amado todos os recentes filmes nacionais e Cilada.com não fica fora da lista. Recomendo se você quiser fugir um pouco das grandes produções de Hollywood e dar umas boas gargalhadas. Além disso, assista também a série Cilada, que deu origem ao filme. Episódios novos não são mais gravados, mas o Multishow exibe reprises todas as quartas às 22 horas. Dá pra se identificar com muitas das ciladas mostradas... Essa é a minha dica de hoje! Curtiu? Assiste o trailer aí embaixo! ;)



Beijos,
Aline

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Demi Lovato está de volta com "Skyscraper"

É meio complicado escrever um texto sobre o trabalho de um artista que a gente gosta muito né? Eu não tenho coisas ruins para falar sobre a Demi. Sou muito fã desde que sua carreira estourou e aguardo ansiosa a cada novo lançamento. Para quem não conhece, ela estrelou os dois filmes de Camp Rock ao lado dos Jonas Brothers. Foi assim que conquistou sucesso mundial, lançando dois CDs: Don't Forget e Here We Go Again. Diante do sucesso, Demi começou a série de comédia no Disney Channel chamada Sunny Entre Estrelas (Sonny With A Chance) na qual era a protagonista. É impossível não se impressionar com seu talento para o meio artístico: sua voz é considerada a melhor dentre as vozes das novas "garotas Disney" e as letras de suas músicas sempre transpareceram muita emoção. Mas em outubro de 2010, Demi chocou seus fãs e a imprensa ao se retirar de uma turnê pela América Latina com os Jonas Brothers e começar um tratamento. Foram criadas muitas hipóteses sobre o motivo da internação, mas logo se tornou público que a cantora sofria de um transtorno alimentar (bulimia) e depressão, o que encorajava a automutilação. Durante o tratamento, Demi também descobriu que sofre de bipolaridade. Foram 3 meses longe dos holofotes e com o fim do tratamento, ela resolveu dar um tempo na carreira de atriz e focar somente em sua música. Demi não tem medo ou vergonha de falar sobre os fantasmas de seu passado e agora quer ajudar outras garotas que sofrem dos mesmos problemas, usando sua forte ligação com os fãs para divulgar sua mensagem: "Stay Strong", ou "Continue Forte".
É evidente que com o fim do tratamento, todos aguardavam ansiosos pela volta da cantora. Esta semana, Demi lançou o primeiro single de seu novo álbum que deve ser lançado no final do ano.  Demi já anunciou que seu CD será lançado dia 20 de Setembro.  "Skyscraper" (Arranha-céu) é o nome da faixa. Ela contou em entrevista que a música já estava gravada antes mesmo de ser internada, o que carregou a faixa de emoção. Seus vocais são poderosos e a letra (mesmo não sendo escrita por Demi) parece traduzir tudo que ela tinha medo de dizer antes: "Vá em frente e tente me derrubar/ Eu vou levantar do chão/ Como um arranha-céu." Menos de 24 horas depois de seu lançamento, "Skyscraper" atingiu o 1º lugar nas vendas do iTunes e foi muito bem recebida pela crítica. O clipe para a música também era aguardado com muita ansiedade e hoje todos puderam conferir o resultado. Sem grandes produções, o vídeo mostra Demi no meio de um deserto, andando em cacos de vidro (fazendo referência a uma parte da música) e cantando para a câmera. Apesar de simples, as imagens transmitem claramente a dor e angústia de Demi e junto com sua voz, fazem o espectador fique arrepiado. Eu, pelo menos, fiquei. Amei o resultado e acho que a escolha para a volta triunfal não poderia ter sido melhor. Mal posso esperar para o novo álbum! E você, o que achou?



Beijos,
Aline

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um dia por 20 anos.

Quem me conhece sabe que não resisto a uma livraria. Posso até não comprar nada, mas consigo "perder" 1 hora do dia em uma e saio de lá feliz da vida. No Dia das Mães desse ano não foi diferente. Fui almoçar no shopping com a minha família e a volta pela livraria não podia ficar de fora. Olhando os lançamentos na Saraiva, uma capa laranja me chamou a atenção. Fui ver do que se tratava. O título do livro era "Um dia", e precedido deste título estava a frase "Vinte anos, duas pessoas". O autor? David Nicholls. A sinopse diz que a história começa no dia 15 de Julho de 1988, na noite de formatura da faculdade de Emma Morley e Dexter Mayhew. Como já mostrado na capa, o leitor vai acompanhar os próximos 20 anos na vida desses personagens. Achei interessante a forma de abordar o evidente romance, e comecei a folheá-lo. Não fiquei muito surpresa quando li que uma produção cinematográfica está para ser lançada, estrelando Anne Hathaway e Jim Sturgess. Foi então que decidi ler o livro. Gosto bastante da Anne e se vai virar filme, sempre quero ler a história antes.
Optei por comprar a versão em inglês da obra, por ser mais barata e também porque prefiro o texto original às traduções para o português. Demorei um pouco para ler por causa dos inúmeros trabalhos na faculdade, mas assim que as férias se aproximaram, peguei o livro. E vou dizer que fiquei obcecada pela história, tanto que terminei em uma semana. Nunca tinha lido nada do David Nicholls, mas depois desse livro, quero conhecer os outros trabalhos dele. Acho que o mais interessante é a evolução da história e o modo como ela foi contada. Os capítulos consistem em descrever apenas o dia 15 de Julho de cada ano seguinte a 1988 na vida dos personagens. É engraçado como eu, particularmente, ficava ansiosa a cada ano da história, pensando no desenrolar do romance. E até mesmo um pouco irritada por não saber o que acontecia nos outros 364 dias do ano na vida deles. O romance em si não é muito demonstrado. Os personagens passam boa parte dos anos separados, mas a força de sua amizade e do amor não reconhecido pelos próprios os mantêm conectados. Emma é uma menina cheia de ideais em 1988, mas já no começo dos anos 2000 seus desejos e esperanças já não correspondem aos da Emma recém-formada. Dexter é um daqueles homens que todas amam odiar. Bonito, rico, com problemas familiares e uma pessoa que não consegue demonstrar seus sentimentos. Essas características lhe rendem bons e péssimos momentos durante estes 20 anos, e a única pessoa que é seu porto seguro é Emma. Uma frase que marca a relação dos dois é "Eu te amo, Dexter. Só não gosto mais de você." Gostei bastante da fala porque é bem forte e reflete um certo momento do livro. Tá guardada na lista de frases favoritas. ;)
O que esse livro mais me fez refletir foi sobre quanta coisa pode acontecer em 20 anos. Fico me perguntando onde eu vou estar no dia 12 de Julho de 2031. E o que vai acontecer até lá? Acho que pra muita gente isso não faz diferença, mas eu sou muito ligada em datas. Sempre que acontece alguma coisa marcante, gravo o dia e me lembro dele nos anos seguintes. Muita coisa inesperada aconteceu com esses personagens durante os 20 anos da história. Apesar de ser ficção, não consigo deixar de acreditar que algo parecido possa acontecer ou já aconteceu com alguém. Quem sabe até comigo.
Enfim, não fiz esse texto à toa. Recomendo o livro pra qualquer um que perguntar, e tô morrendo de ansiedade pelo filme. Durante a leitura, não resisti e assisti ao trailer oficial e isso me rendeu alguns spoilers chatinhos, então se você não gostar deles, termine o livro primeiro. Pelas poucas cenas da divulgação, acho que a produção para as telonas vai ser bem fiel ao texto de David Nicholls. E espero mesmo que seja!

Fica aqui o trailer se você não conseguir segurar a curiosidade:


Beijos,
Aline.

Como começar o primeiro post de um blog?

Talvez uma breve apresentação resolva meu problema. Meu nome é Aline, tenho 18 e sou de São Paulo. Faço faculdade de Jornalismo e no momento trabalho como professora de inglês no Red Balloon. Sempre amei aprender inglês e quase tudo que eu faço tem alguma relação com a língua. Ainda quero aprender francês. Não por necessidade, mas por curiosidade. Amo o inverno. Não gosto de dizer que meu gosto musical se limita a um só gênero, mas confesso que tenho preferência pelo pop. E me irrito um pouco com o "preconceito" que esse gênero sofre, mas talvez isso seja assunto para outro post. Amo assistir shows e se pudesse gastava todo meu dinheiro só com isso. E com livros também. Tá, roupas não ficam de fora da lista. Acho que isso já basta como breve apresentação, né? ;)
Desde que comecei a faculdade (ou seja, em Fevereiro desse ano) fiquei com vontade de começar um blog. Ano passado eu tive um, de curta duração, que gostaria de ter dado mais atenção. Ele serviu mais como um diário sobre o meu intercâmbio e às vezes eu tinha preguiça de escrever sobre todas as coisas que aconteciam. Enfim, se você estiver lendo isso agora pode conferir os meus 20 posts (e até alguns vídeos) sobre os 6 meses que morei nos EUA aqui.
Bom, voltei pro Brasil em Julho de 2010 e fiz cursinho o resto do ano. Passei no vestibular para Jornalismo na Cásper Líbero e apesar de só terem se passado 5 meses, posso dizer que tô amando e curso e não me vejo fazendo outra coisa. Sempre gostei de ler e escrever, apesar de não dar muita atenção ao segundo. Por isso, resolvi criar esse blog para praticar mais a escrita e também dar minha opinião sobre coisas que vejo. Não acho (e na verdade nem espero) que muitas pessoas leiam ou comentem aqui. Como eu já disse, vai servir mais como uma experiência para minha carreira. :)
Acho que por enquanto é só. Vou tentar escrever sobre um livro que li recentemente e amei. Quem sabe posto ainda hoje. Sejam bem-vindos e espero que gostem.

Beijos,
Aline